
O Baile Dos Anjos
Vander Lee
Renovação e igualdade em “O Baile Dos Anjos” de Vander Lee
"O Baile Dos Anjos", de Vander Lee, destaca-se por transformar situações cotidianas em momentos de celebração e redenção. A letra traz cenas como “a moça diante do espelho pôs laço vermelho em sua calcinha” e “o guarda guardou a espingarda, livrou-se da farda, ficou à paisana”, mostrando pessoas de diferentes origens deixando de lado papéis sociais, mágoas e rotinas. Esses detalhes sugerem um ambiente de renovação e igualdade, onde todos podem se despir de suas máscaras e se encontrar em um mesmo espaço simbólico.
O contexto do álbum "Faro", conhecido pela mistura de estilos musicais, reforça a ideia de diversidade e inclusão. A letra reúne “dezenas, centenas, milhares, dos morros dos mares, cadeias e hospícios” em um baile universal, onde todos – dos “banidos, suados, ciganos, megeras” aos “cortejos de corpos surrados” – participam de um momento mágico de suspensão das dores e diferenças. O verso “por um segundo não houve no mundo nem crime nem guerra nem dor” resume esse instante utópico de união e esperança. A presença dos anjos, que “brindando em meu rosto, uma lágrima fria com gosto de amor”, sugere que esse encontro coletivo é abençoado e que a beleza pode surgir nos detalhes mais simples e nas pessoas mais improváveis. A participação de Regina Souza na faixa reforça a ideia de pluralidade e comunhão, tornando "O Baile Dos Anjos" um convite à empatia e à celebração da diversidade humana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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