
Do Brasil
Vander Lee
O sertão como centro do Brasil em “Do Brasil” de Vander Lee
Em “Do Brasil”, Vander Lee destaca a importância do sertão e dos trabalhadores rurais na formação da identidade nacional. O artista deixa claro que ignorar o sertão é negar a essência do país, como mostra nos versos: “Falar do Brasil sem ouvir o sertão / É como estar cego em pleno clarão”. Aqui, ele usa a imagem da cegueira em meio à luz para mostrar a incoerência de não reconhecer o papel fundamental do interior na história e cultura brasileiras.
A letra homenageia personagens anônimos como Clemente, Zezé, Maria, Joana, João, Tião, Quitéria e Pereira, representando os trabalhadores rurais que sustentam o Brasil com seu esforço diário. Vander Lee valoriza tarefas como “levar a semente”, “pisar no cacau”, “amanhecer o dia no milharal” e “conduzir a boiada”, ressaltando o trabalho árduo e muitas vezes invisível dessas pessoas. O refrão “Esse gigante em movimento / Movido a tijolo e cimento / Precisa de arroz com feijão” reforça que o desenvolvimento urbano depende diretamente do campo. Ao mencionar a importância de “agradecer sempre a grandeza de cada pedaço de pão”, o artista também faz referência à defesa da reforma agrária, sugerindo que valorizar o sertão é essencial para um futuro mais justo. O verso final, “Amar o Brasil é fazer do sertão a capital”, resume a mensagem central: só haverá verdadeiro amor ao país quando o sertão e seus habitantes forem reconhecidos e valorizados.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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