
Quando Chove
Vander Lee
Reflexão sobre maturidade e juventude em “Quando Chove”
“Quando Chove”, de Vander Lee, aborda de forma clara a convivência entre maturidade e juventude interior. O artista destaca que, mesmo com o passar do tempo, a vitalidade e a capacidade de se surpreender permanecem vivas. Isso fica evidente no verso: “Não tenho vinte e poucos anos / Mas trago um cara muito novo em mim”, que expressa a dualidade entre as marcas das experiências e a essência jovem que resiste dentro de si. A canção retrata as contradições internas do eu lírico, que se reconhece tanto em momentos de alegria quanto em fases de dor e solidão, como nos versos: “Às vezes sou beleza rara / Às vezes dor e solidão”.
A música também utiliza o clima como símbolo do estado emocional. No trecho “Me tranca em casa quando chove / E um samba triste logo vem”, a chuva representa momentos de introspecção e melancolia, sugerindo que o recolhimento pode inspirar a criação artística, especialmente do samba, gênero ligado à expressão de sentimentos profundos. O verso “Da batucada faço um manto / Da poesia o meu altar” reforça a ideia de que a música e a poesia são refúgios e fontes de proteção para o artista. Ao final, Vander Lee demonstra humildade e respeito pela arte ao pedir “a sua benção, meu senhor” e afirmar “Eu vim brincar de ser cantor”, mostrando que cantar é, para ele, um ato de entrega, celebração e reinvenção diante do público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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