
Passarinhos (part. Emicida)
Vanessa da Mata
Esperança e resistência em "Passarinhos (part. Emicida)"
Em "Passarinhos (part. Emicida)", Vanessa da Mata utiliza a metáfora dos pássaros para falar sobre a busca humana por liberdade, abrigo e pertencimento em meio ao caos das grandes cidades. O verso “nem que seja no peito um do outro” destaca como, diante das dificuldades, o afeto e a solidariedade se tornam refúgios essenciais, mesmo quando o ambiente ao redor é hostil ou desolador.
A inspiração da música vem das dificuldades enfrentadas pela juventude em um mundo consumista e desordenado, refletidas em versos como “Despencados de voos cansativos” e “Em colapso o planeta gira, tanta mentira aumenta a ira de quem sofre mudo”. A letra faz críticas diretas à sociedade moderna, abordando temas como poluição, desigualdade, solidão e a busca por sentido em meio à desumanização das cidades: “Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense / Competição em vão, que ninguém vence”. Expressões como “quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus” reforçam a crítica à objetificação e à competição excessiva. Apesar do tom crítico, a música traz esperança ao sugerir que o afeto, a empatia e o conhecimento — simbolizados no videoclipe pela paixão de um jovem pela leitura — são caminhos possíveis para resistir e transformar a realidade. Assim, "Passarinhos" propõe o amor e a solidariedade como formas de sobrevivência e resistência diante das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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