Chapeuzinho Vermelho
Vanessinha Pikatchu
Empoderamento e irreverência em “Chapeuzinho Vermelho”
A música “Chapeuzinho Vermelho”, de Vanessinha Pikatchu, reinventa o clássico conto infantil ao apresentar uma protagonista que assume sua autonomia e desejos sem medo de julgamentos. No verso “Eu sou chapéuzinho vermelhor / Mas adoro lobo mal / Só saio com homem mal / Que tem dinheiro e, é o tal”, a personagem deixa claro que prefere homens que representam perigo, poder e status, em vez do tradicional príncipe encantado. Essa escolha reflete tanto uma crítica quanto uma celebração da liberdade feminina, mostrando uma mulher que define seus próprios padrões e interesses, algo valorizado no universo do funk carioca.
A letra também aborda o desejo de ascensão social e independência financeira. Em “agora eu sou feliz tenho um starqueki baby e uma honda biss / Vou para onde eu quero não dependo de ninguém”, Vanessinha Pikatchu usa marcas populares para simbolizar conquistas materiais e liberdade de escolha. A expressão “otário é estorvo / eu me dou bem” reforça a ideia de esperteza e sobrevivência, características comuns no funk, onde a protagonista se aproveita das oportunidades para alcançar seus objetivos. Combinando humor, crítica social e afirmação feminina, a música dialoga diretamente com o público jovem dos bailes cariocas, celebrando a autonomia e a irreverência da mulher contemporânea.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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