
Na Volta Que o Mundo Dá
Vânia Abreu
Viagem e reencontro com as raízes em “Na Volta Que o Mundo Dá”
A música “Na Volta Que o Mundo Dá”, interpretada por Vânia Abreu, explora o desejo de buscar novos caminhos e a inevitável conexão com as próprias origens. Logo no início, o verso “Saí do meu canto na beira do rio / E fui prum convés de navio / Seguindo pros rumos do mar” mostra o protagonista deixando sua terra natal, motivado pela vontade de conhecer o desconhecido. Ao longo da jornada, experiências marcantes aparecem em versos como “Pisei muito porto de língua estrangeira / Amei muita moça solteira / Fiz muita cantiga por lá”, que representam tanto a riqueza das vivências quanto a sensação de não pertencimento.
Apesar das conquistas, a letra revela um sentimento de vazio e saudade: “Com o tempo / Foi dando uma coisa em meu peito / Um aperto difícil da gente explicar”. Esse trecho reflete a complexidade emocional de quem se afasta de suas raízes, tema recorrente no repertório de Vânia Abreu e nas composições de Vicente Barreto e Paulo César Pinheiro. O verso final, “Agora aprendi por que o mundo dá volta / Quanto mais a gente se solta / Mais fica no mesmo lugar”, resume a mensagem central da canção: por mais que se busque o novo, a identidade e o sentimento de pertencimento permanecem. Assim, a música destaca a importância das raízes e o retorno ao que é essencial, abordando de forma sensível a universalidade desse sentimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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