Fado do Estudante
Vasco Santana
Nostalgia e humor estudantil em "Fado do Estudante"
"Fado do Estudante", interpretada por Vasco Santana, retrata com leveza e bom humor a vida universitária em Lisboa nos anos 1930. A letra destaca o contraste entre a liberdade da juventude e as responsabilidades da vida adulta, usando imagens típicas do estudante português, como "capa ao ar cabeça ao léu" e "batina a abrir por um rasgão". Esses elementos reforçam o clima descontraído e quase caricatural da época, mostrando uma rotina marcada mais pela boemia do que pelo compromisso com os estudos. O verso "Aulas que eu dava se eu estudasse / Onde ainda estava nessa classe / A que eu faltava sete dias por semana" brinca com a ideia de que a presença nas aulas era rara, reforçando o espírito irreverente do protagonista.
A canção também aborda as experiências amorosas passageiras, até o surgimento de um amor que realmente impacta o personagem, como em "Nenhuma delas me prendeu / Deixá-las eu era canja / Até ao dia que apareceu / Essa traidora de franja". O termo "traidora de franja" sugere uma mulher que, ao contrário das outras, deixou uma marca duradoura e talvez tenha mudado o rumo do estudante. Nos versos finais, o fado é exaltado como uma paixão tão importante quanto a própria formação acadêmica: "Eis a razão de eu ser Doutor e ser Fadista". Assim, a música celebra a tradição estudantil e o fado como partes fundamentais da identidade portuguesa, misturando humor, nostalgia e orgulho cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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