
Ripa de Costela
Velho Milongueiro
Humor e otimismo no cotidiano de “Ripa de Costela”
Em “Ripa de Costela”, Velho Milongueiro transforma situações comuns e desastrosas do dia a dia em um retrato divertido da vida no interior gaúcho. A música narra episódios como quebrar um dente ao tentar impressionar Gabriela ou ser atropelado por uma vaca, sempre com leveza e otimismo. O artista mostra que, mesmo diante dos tropeços, é possível enxergar beleza e graça na rotina, reforçando a mensagem de que “a vida é muito bela”.
A letra utiliza um tom coloquial e bem-humorado, típico do cancioneiro gaúcho, com expressões regionais e cenas do campo, como “lavando a cara em gamela” e “encilhar uma égua”. O humor aparece tanto nas imagens exageradas – como “sofri mais que mãe de ouriço” – quanto nas situações absurdas, como cair sentado em um toco de vela ao tentar se benzer. O título “Ripa de Costela” faz referência ao momento em que o narrador tenta morder um pedaço de costela e se machuca, simbolizando o jeito desastrado, mas resiliente, de lidar com a vida. O verso final, “Somente pra coisa boa meu rancho não tem tramela!”, resume a postura positiva do narrador, mostrando que, apesar das dificuldades, o importante é manter o bom humor e a esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Velho Milongueiro e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: