
A Mesma Velha História
Velho
Crítica social e resistência em "A Mesma Velha História"
"A Mesma Velha História", da banda Velho, aborda de forma direta a repetição da violência e da opressão social, com uma crítica clara ao capitalismo. O verso “Nossas cabeças valem ouro / Para os barões do Capital” evidencia como a vida humana é tratada como mercadoria, reforçando o tema da exploração em busca de lucro, algo recorrente nas composições do grupo. A imagem de “morto ali no chão” destaca a brutalidade e a naturalização do sofrimento, mostrando como a morte se torna parte do cotidiano em um sistema desumanizador.
A música também traz uma postura de resistência. Quando o narrador diz “Mas eu não vou ficar parado / Vendo a vida se extinguir”, ele expressa a recusa em aceitar passivamente a opressão. O trecho “Ainda tenho ódio de sobra / Pra viver / e promover o caos” mostra que a revolta é vista como força motriz para a luta, mesmo que isso leve ao confronto direto. Ao repetir “É a mesma velha história / Nosso corpo ali no chão / Não existe outra vitória”, a canção transmite um sentimento de resignação, mas também denuncia a falta de alternativas para os oprimidos. A escolha de manter a letra em português e a sonoridade crua reforça a identidade brasileira da banda e a autenticidade da crítica social apresentada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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