
Coma Induzido
Velho
Crítica à alienação social em “Coma Induzido” da Velho
A música “Coma Induzido”, da Velho, faz uma crítica direta à alienação coletiva e à perda de individualidade na sociedade contemporânea. Logo no início, a expressão “massa amorfa movendo-se plácida” evidencia como as pessoas se comportam de forma automática, sem reflexão ou questionamento. Termos como “passos maquínicos, decorados” e “multidão sem face nem peito” reforçam a ideia de que muitos agem como máquinas, perdendo sua identidade e humanidade ao se tornarem parte de um grupo homogêneo e indiferente.
O título “Coma Induzido” funciona como uma metáfora para esse estado de apatia social, sugerindo que essa letargia é resultado de influências externas ou de processos sociais que adormecem a consciência crítica. A letra questiona a autenticidade dos pensamentos e das palavras dessas pessoas: “por vezes pensam que pensam, por vezes pensam até que falam, mas serão deles, estas palavras?”, apontando para a superficialidade das interações e opiniões em um contexto de homogeneização. O verso “há uma boca sem nome, há vários nomes sem boca” aprofunda essa crítica, mostrando como a individualidade se perde em meio à coletividade indiferente. Segundo o contexto divulgado na web, a compositora Valéria Tenebra utiliza essas imagens para denunciar a alienação e a apatia, temas comuns no black metal, mas aqui tratados de forma clara e objetiva, tornando a mensagem acessível e impactante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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