
Miedo (part. Lenine)
Julieta Venegas
O ciclo do medo em “Miedo (part. Lenine)” e seus impactos
A música “Miedo (part. Lenine)”, interpretada por Julieta Venegas e Lenine, explora de forma clara como o medo pode dominar a vida das pessoas, tornando-se um ciclo difícil de romper. A letra destaca que o medo não é apenas uma emoção passageira, mas algo que se alimenta de si mesmo, como nos versos “miedo que da miedo del miedo que da” e “medo que dá medo do medo que dá”. Essa repetição mostra que, quando não enfrentado, o medo cresce e se torna uma barreira cada vez maior, limitando escolhas e impedindo o avanço pessoal.
A canção, originalmente composta por Pedro Guerra, ganha ainda mais força na versão bilíngue de Venegas e Lenine, ao unir culturas e línguas diferentes para mostrar que o medo é uma experiência comum a todos. A letra aborda desde medos cotidianos, como o de amar ou de pedir, até medos existenciais, como o de viver ou morrer. Trechos como “Medo estampado na cara ou escondido no porão” e “O medo é uma linha que separa o mundo” ilustram como o medo pode ser visível ou silencioso, mas sempre atua como uma barreira invisível. Ao tratar do medo de agir e do medo de se omitir, a música sugere que a indecisão e a autoproteção podem ser tão prejudiciais quanto o próprio medo. Assim, “Miedo (part. Lenine)” convida o ouvinte a reconhecer o medo como parte da vida, mas também a buscar enfrentá-lo para não ser dominado por ele.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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