
Ciumes
VENERE VAI VENUS
Conflito entre liberdade e posse em "Ciumes" de Venere Vai Venus
A música "Ciumes", de Venere Vai Venus, aborda de forma direta o conflito entre o desejo de liberdade no amor e a dor causada pelo ciúme. A letra evidencia a contradição entre o discurso racional de liberdade — "Eu digo que você é livre / E eu me sinto livre pra amar" — e a dificuldade real de aceitar essa liberdade, especialmente quando surge o sofrimento ao perceber que "Seus olhos não são só meus". Lua Dultra Manzione, compositora da canção, reforça que a música trata da vulnerabilidade de quem tenta controlar sentimentos intensos, reconhecendo o erro de acreditar que seria fácil lidar com o ciúme: "Tento controlar o incontrolável / E vejo que errei em achar / Que era tão fácil".
A canção não romantiza o ciúme, mostrando seu lado doloroso e desconfortável. Trechos como "dói demais, queima minha pele / E não é bonito, eu choro, eu grito" revelam a intensidade do sentimento e a admissão da própria fragilidade. O desejo de revanche e a vontade de lutar, mesmo sabendo que não é possível mudar o outro, ilustram o embate entre o impulso de controle e a aceitação da autonomia do parceiro. "Ciumes" retrata, de forma honesta, a experiência de quem ama e se sente vulnerável diante da impossibilidade de possuir o outro por completo, tornando-se um retrato realista das emoções em um relacionamento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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