Brega do Clube do Remo
Vic Cidade
Rivalidade e orgulho regional em “Brega do Clube do Remo”
“Brega do Clube do Remo”, de Vic Cidade, é uma homenagem vibrante ao Clube do Remo e à sua torcida, marcada por referências diretas à rivalidade com o Paysandu, principal adversário no futebol paraense. O verso “tabu de 33” faz alusão à histórica sequência de 33 jogos em que o Remo permaneceu invicto contra o Paysandu, um feito que só quem acompanha o futebol local reconhece de imediato. O termo “freguês” usado para se referir ao rival reforça o tom de provocação e a sensação de domínio, elementos típicos das disputas regionais.
A música exalta o Remo como “rei do gramado” e “leão do norte”, destacando a força da torcida e a tradição de vitórias, especialmente sobre o maior rival. O trecho “Enquanto aquela coisa tenta, nós somos penta, somos do leão” faz referência aos cinco títulos consecutivos conquistados pelo Remo, enquanto o Paysandu apenas tenta igualar o feito, intensificando o sentimento de superioridade. Versos como “Os eternos sofredores vivem assustados / Com o humilhante tabu que somou 33” e “Foram cinco anos de muita peia” (onde “peia” significa derrota) reforçam o tom descontraído e provocativo da letra. Ao adotar o ritmo brega, Vic Cidade aproxima a música da cultura popular local, transformando a celebração esportiva em um símbolo de identidade e pertencimento para os torcedores do Remo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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