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Altar de Lama

Vicente Celestino

Letra

    Bem sei que a voz do povo me condena
    Ao ver-me mal vestido a tropeçar
    Bem sei que esta bebida me envenena
    Mas sem beber não poderei sonhar
    A sarjeta da rua é o último abrigo
    De quem já teve um sonho multicor
    Disse-me adeus o derradeiro amigo
    Ao ver-me sem fortuna e sem amor

    Amei um dia alguém, ardentemente
    A brasa te incendeia os ideais
    Tem como o seu destino tão somente
    Ter um pouco de cinzas e nada mais
    Deixa que o mundo fale, fale deste drama
    Deixa-me, deixa-me aqui eu choro e vivo a cantar
    Um poeta já disse que quem ama
    Pode fazer da lama o teu altar

    Composição: Orestes Barbosa / Vicente Celestino. Essa informação está errada? Nos avise.

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