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Letra

    Quando na vida ingrata
    Meu pranto se desata
    No horror de indicias vãs
    Senti dor quase morro
    Encontro meu conforto
    No teu olhar de irmã
    Ai, rica irmã como és pura
    Guardando n’alma ternura louvam
    Foi ao brilhar das estrelas
    Que nos amamos a sós
    E alegres pudemos vê-la a voz
    Canta enlevo cunho enganador
    De amor

    Mas quando toco amena
    Magoa que o céu condena
    Quando tão mundo vem
    Ida meu doce em vão
    Vem vi cantar meu canto
    Que és minha mãe também
    Ó minha mãe que delicia
    Meu peito encerra a carícia do bem

    Nunca mais minha Ida
    Sofrerei nesta vida a tal pena
    Ai, não me abandones nunca
    Ai, pois a saudade junta
    Com lado então serena
    Ida vida Ida amargamos
    Ai, partamos bem risonhos

    Para o reino dos sonhos
    Pra dentro de um beijo

    Quando te vem o encanto
    Torrões solendo estando
    E é como um riso em flor
    Pois o que és minha vida
    Foi dando flor que brilha
    Nagrem do nosso amor
    Ó minha filha como aurora
    Por ter minh’alma que chora na dor

    Composição: Demetrio Checon / Inácio Raposo. Essa informação está errada? Nos avise.

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