
Qué de Raro Tiene
Vicente Fernández
Confissão e vulnerabilidade em "Qué de Raro Tiene"
"Qué de Raro Tiene", interpretada por Vicente Fernández e composta por Martín Urieta, aborda de forma direta a vulnerabilidade masculina diante do amor e do desejo. O narrador admite sem rodeios que sua ruína foi causada por não resistir ao fascínio das mulheres, como mostra o verso: “¿Qué de raro tiene? Que me haya perdido por una mujer” (O que há de estranho? Que eu tenha me perdido por uma mulher). Ao dizer isso, ele não só aceita seu destino, mas também sugere que essa experiência é comum, quase inevitável, ao afirmar que as mulheres “ejercen en mi alma un raro poder” (exercem em minha alma um poder estranho).
A canção se destaca pelo tom confessional e sincero, reforçado pela interpretação marcante de Fernández. O trecho “Yo solo fui el culpable en mi fracaso / Porque pude haber sido el rey del mundo / Pero encontré mujeres a mi paso” (Eu fui o único culpado pelo meu fracasso / Porque eu poderia ter sido o rei do mundo / Mas encontrei mulheres no meu caminho) mostra o narrador assumindo a responsabilidade por suas escolhas. A metáfora de “ser el rey del mundo” representa o potencial desperdiçado, enquanto “rodando en el fango” (rolando na lama) simboliza a queda e a humilhação. Além de relatar uma tragédia pessoal, a música reflete sobre julgamentos sociais e a solidão que acompanha a perda de status e afeto, oferecendo um retrato honesto da fragilidade humana diante das paixões.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Vicente Fernández e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: