Tradução gerada automaticamente
Nigún lugar está lonxe
Víctor Aneiros Band
Nenhum lugar está longe
Nigún lugar está lonxe
Um oito de maio,Un oito de maio,
às dez da manhã,ás dez da mañá,
chegam ao cemitériochegan ó camposanto
dois caixões,dous cadaleitos,
A chuva e o ventoA chuvia e o vento
os acompanham.acompáñaos.
Dois homens esperamDous homes esperan
para enterrá-lospara soterralos
Na noite anterior,A noite anterior,
um quarto frio.unha fría habitación.
Ninguém da cidadeNinguén da vila
foi ao velórioó velorio asistiu
Só a misériaSó a miseria
e a esperançae a esperanza
os acompanharam,acompañoulles,
até que amanheceuata que amenceu
Ninguém vai chorar por elesNinguén lles vai chorar
Ninguém vai pôr flores.Ninguén lles porá flores.
Num cantoNun apartado
duas cruzes cravadasdúas cruces cravadas
sobre fundo branco,sobre fondo branco,
dois números em preto.dous números en negro.
Ao lado estáÓ carón atópase
o luxo e as flores.o luxo e as flores.
E uma lápide que reza,E unha lápida que prega,
n nenhum lugar está longeningún lugar está lonxe
Ninguém vai chorar por elesNinguén lles vai chorar
Ninguém vai pôr flores.Ninguén lles porá flores.



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