Tradução gerada automaticamente

Coplas de Juan Panadero
Victor Manuel
Coplas de Juan Panadero
Coplas de Juan Panadero
A caixa da minha guitarraLa caja de mi guitarra
Não é caixa, é calabouço,No es caja, que es calabozo,
Penal onde a Espanha sofre.Penal donde pena españa.
As paredes da prisãoLas paredes de la cárcel
São de madeira, madeira,Son de madera, madera,
De onde ninguém sai.De donde no sale nadie.
As cordas são as grades,Las cuerdas son los barrotes,
A janelinha de ferroLa ventanita de hierro
Por onde passam minhas vozes.Por donde pasan mis voces.
E as tarraxas, o que sãoY las clavijas, ¿qué son
Se não as chaves que apertamSino las llaves que aprietan
A luz do meu coração?La luz de mi corazón?
Agora eu começo a cantarAhora me pongo a cantar
Coplas que têm mais sangueCoplas que llevan más sangre
Do que areia tem o mar.Que arenas lleva la mar.
Canto agora aos caídos,Canto ahora a los caídos,
Aqueles que, estando na terraA los que estando en la tierra
Já estão renascendo no trigo.Ya están naciendo en el trigo.
Meu melhor luto seráMi mejor luto será
Pegar um fuzil no ombroEcharme un fusil al hombro
E ir para a montanha lutar.Y al monte irme a pelear.
Que nada me desanima,Que nada me desalienta,
Que um guerrilheiro é um touroQue un guerrillero es un toro
No meio de uma tempestade.En medio de una tormenta.
Me feriram, me bateramMe hirieron, me golpearon
E até me deram a morte,Y hasta me dieron la muerte,
Mas nunca me dobraram!¡pero jamás me doblaron!
Agora eu quero nomear,Ahora yo quiero nombrar,
Não meu nome, porque o meuNo mi nombre, porque el mío
É como o dos demais.Es como el de los demás.
Sangue de Gómez Gayoso,¡sangre de gómez gayoso,
Sangue puro, sangue bravo,Sangre pura, sangre brava,
Sangue de Antonio Seoane,Sangre de antonio seoane,
De Diéguez, de Larrañaga,De diéguez, de larrañaga,
De Roza, Cristino e Via,De roza, cristino y vía,
Vales de sangue, montanhas!Valles de sangre, montañas!
Sangue de Agustín Zoroa!¡sangre de agustín zoroa!
Mar de sangue derramado!¡mar de sangre derramada!
Sangue de Manuela Sánchez!¡sangre de manuela sánchez!
Sangue precioso da Espanha!¡sangre preciosa de españa!
Não quero continuar nomeandoNo quiero seguir nombrando
Mais sangue, pois minha guitarraMás sangre, pues mi guitarra
Também está se esvaindo.También se está desangrando.
Mas mesmo que sua voz morra,Más aunque su voz se muera,
Sua voz continuará cantandoSu voz seguirá cantando
À Espanha guerrilheira.A la españa guerrillera.
Sempre continuará cantandoSiempre seguirá cantando
E continuará amaldiçoandoY seguirá maldiciendo
Até que o galo da auroraHasta que el gallo del alba
Grite que está amanhecendo.Grite que está amaneciendo.



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