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Nunca Fue Un Noble Oficio Ser Poeta

Victor Manuel

Letra

Nunca Foi Um Nobre Ofício Ser Poeta

Nunca Fue Un Noble Oficio Ser Poeta

Já não é um nobre ofício ser poeta,Ya no es un noble oficio ser poeta,
já não servem os versos.ya no sirven los versos.
A palavra não é nada,La palabra no es nada,
tudo já está escrito.todo está escrito.
O poeta se abriu a testa com facasEl poeta se abrió la frente con cuchillos
e pela feriday por la herida
interrogou o cérebro:interrogó al cerebro:
"Perdi a fé"Tengo la fe perdida
e cada novo diay cada nuevo día
é uma nova ferida;es una nueva herida;
ando pela noite guiado por estrelascamino por la noche guiado por estrellas
distingui as coresdistingo los colores
dos caminhos falsosde los caminos falsos
e minha dory mi pena
é um vulcão cansadoes un volcán cansado
uma velha condenaçãouna vieja condena
e por que ainda me faltam¿y por qué me siguen
as palavras para fazer um poema?".faltando las palabras para hacer un poema?".
O poeta irritadoEl poeta irritado
extraiu seu cérebroextrajo su cerebro
e o colocou no chãoy lo sentó en el suelo
se esfaqueou os olhosse acuchilló los ojos
esqueceu seu passadoolvidó su pasado
e cortou as mãosy se cortó las manos
depois de queimar seu caderno.tras quemar su libreta.
Nele estavam escritasEn ella había escritas
apenas duas palavras:tan sólo dos palabras:
puta merda.puta mierda.


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