
Soneto do Amigo
Vinicius de Moraes
A celebração da amizade em "Soneto do Amigo" de Vinicius
Em "Soneto do Amigo", Vinicius de Moraes retrata a amizade como um laço que resiste ao tempo, à distância e às dificuldades. O poeta destaca essa força no verso: “Eis que ressurge noutro o velho amigo / Nunca perdido, sempre reencontrado”, mostrando que amizades verdadeiras permanecem vivas, mesmo após longos períodos de afastamento. O contexto em que o poema foi escrito, durante a estadia de Vinicius em Los Angeles, longe do Brasil, reforça o valor do reencontro e da permanência dos laços afetivos, especialmente em momentos de saudade e solidão.
A simplicidade e a humanidade são centrais na visão de Vinicius, que descreve o amigo como “um bicho igual a mim, simples e humano”. Essa identificação revela empatia e cumplicidade, características essenciais das amizades profundas. O amigo é aquele que compreende, compartilha inquietações e até “disfarça com o meu próprio engano”, evidenciando compreensão mútua. No trecho final, “O amigo: Um ser que a vida não explica / Que só se vai ao ver outro nascer / E o espelho de minha alma multiplica”, Vinicius sintetiza a amizade como um mistério vital, impossível de ser explicado racionalmente. Assim, a música celebra a amizade como um vínculo essencial, resistente e profundamente ligado à experiência humana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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