
Imágenes Paganas
Virus
Reflexões sobre identidade e desejo em “Imágenes Paganas”
“Imágenes Paganas”, da banda Virus, explora a sensação de deslocamento e a busca por sentido diante da perda de referências pessoais. Logo no início, a cena dos ciganos celebrando um ritual à beira-mar, inspirada em uma experiência real do vocalista Federico Moura após um show, simboliza um universo de liberdade e mistério, em contraste com o cotidiano do narrador. Esse cenário serve como metáfora para o desejo de pertencimento e para a nostalgia de experiências intensas e não convencionais.
O verso “Mis propios dioses ya no están, ¡espejismos!” (“Meus próprios deuses já não estão, miragens!”) reforça a ideia de afastamento de crenças e valores que antes davam sentido à vida. O termo “imágenes paganas” representa desejos, memórias e fantasias que escapam ao controle racional, tornando-se parte fundamental da identidade do narrador. Imagens como “Un remolino mezcla los besos y la ausencia” (“Um redemoinho mistura os beijos e a ausência”) expressam a mistura de afeto e solidão, enquanto o “apagón sentimental” indica um momento de vazio emocional. O espelho retrovisor, citado em “En el espejo, reflejos viajeros” (“No espelho, reflexos viajantes”), simboliza a tentativa de compreender o próprio passado. Ao repetir o refrão, a música destaca como esses sonhos e lembranças se revelam no inconsciente, mostrando a oscilação entre apatia e paixão e consolidando a canção como um retrato sensível da busca por sentido em meio à incerteza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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