
Mente Engatilhada
Visão de Rua
Dilemas e resistência feminina em “Mente Engatilhada”
Em “Mente Engatilhada”, do Visão de Rua, Dina Di expõe os dilemas enfrentados por mulheres em situação de vulnerabilidade. Ao afirmar “prefiro roubar, traficar do que me prostituir”, ela revela a difícil escolha entre caminhos igualmente marcados pela marginalização, mostrando que, muitas vezes, a sobrevivência exige decisões dolorosas. Esse trecho não busca glamourizar o crime, mas sim denunciar a falta de opções e a luta para manter a dignidade em uma sociedade que julga sem conhecer a realidade. Dina Di fala a partir de sua própria experiência, incluindo a criação do filho e o esforço para recomeçar, o que aparece na letra como resiliência e determinação: “lutar, desistir nem pensar”.
A música utiliza o rap como instrumento de denúncia social e resistência, destacando a importância do equilíbrio mental e da sabedoria adquirida nas ruas. Quando diz “na escola eu aprendi a ler e escrever, a rua me ensinou à como sobreviver”, Dina Di evidencia a ausência de oportunidades e o amadurecimento precoce imposto pelo contexto. A letra também critica a rivalidade entre mulheres e propõe a união feminina como força de transformação: “munição vai ter de sobra se as minas resolver se juntar”. O tom direto e realista reforça que o valor das mulheres está na mente e na capacidade de resistir e transformar a própria realidade, e não em padrões superficiais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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