
As Coisas Mudam
Visão de Rua
Mudança e resiliência em "As Coisas Mudam" do Visão de Rua
"As Coisas Mudam", do Visão de Rua, liderado por Dina Di, retrata de forma direta a instabilidade e as perdas constantes vividas nas periferias brasileiras. A letra conecta a violência urbana e o medo do dia a dia à fragilidade dos sonhos e das relações, como nos versos: “O tempo leva quem eu mais amei / O tempo leva os sonhos que sonhei”. Essa perspectiva reflete tanto a experiência pessoal de Dina Di quanto a realidade coletiva de comunidades marcadas pela insegurança, onde a busca por felicidade e liberdade é frequentemente interrompida por fatores externos e imprevisíveis.
A música também aborda a luta interna por dignidade e honestidade diante das pressões do ambiente, evidenciada em “Eu não quero riqueza, nem pobreza / Nem menos e nem mais que eu merecer na mesa”. O pedido por coragem, saúde e sabedoria, junto à recusa da falsidade e da inveja, destaca a importância da fé e da humildade, temas recorrentes na trajetória do grupo. O uso da metáfora do tempo, que tudo leva e transforma, reforça a inevitabilidade das mudanças e a necessidade de resiliência. Assim, mesmo diante de perdas e desilusões, a canção sugere que é possível recomeçar e buscar novos sentidos para a vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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