
Sete Cantigas Para Voar
Vital Farias
Liberdade e cultura nordestina em “Sete Cantigas Para Voar”
Em “Sete Cantigas Para Voar”, Vital Farias utiliza o refrão “Voa, voa, azulão” para criar uma imagem marcante do pássaro típico do sertão. O azulão simboliza tanto a fauna nordestina quanto o desejo de liberdade e a busca por sonhos que querem escapar das limitações do cotidiano. Essa metáfora reforça a ligação profunda com a natureza, um tema recorrente na obra do artista.
A música é estruturada em estrofes que apresentam diferentes "cantigas", cada uma conectada a elementos do folclore, da vida rural e das tradições do interior nordestino. A “cantiga de campo” e a “cantiga de roça” destacam a simplicidade e a beleza do sertão, enquanto a “cantiga de ninar” mistura inocência e travessura ao contar a história de uma criança que mente sobre ir ao açude para encontrar o namorado. Já a “cantiga de índio” aborda a resistência cultural e o respeito à ancestralidade, como nos versos: “Deixe o índio no seu canto / Que eu canto um acalanto / Faço outra canção”. Imagens como “bota uma flor no cabelo” e “o rio é um fio de inspiração” valorizam a cultura popular e a relação harmoniosa com o meio ambiente.
A canção também é uma homenagem a Elba Ramalho e celebra a identidade regional nordestina. Vital Farias transforma cenas simples do cotidiano em metáforas de alegria, resistência e pertencimento, transmitindo uma sensação de leveza e conexão com a terra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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