
Veja Margarida
Vital Farias
Despedida e esperança em "Veja Margarida" de Vital Farias
"Veja Margarida", de Vital Farias, retrata de forma clara e sensível o drama do migrante nordestino que deixa sua terra natal em busca de melhores condições de vida nas grandes cidades. O verso “Eu vou partir pra cidade garantida, proibida / Arranjar meio de vida, Margarida” resume o conflito entre a esperança de um futuro melhor e a dor do afastamento, mostrando o dilema vivido por muitos brasileiros. A repetição de “Essas feridas da vida, Margarida / Essas feridas da vida, amarga vida” reforça o peso das dificuldades enfrentadas por quem precisa recomeçar longe de casa.
A letra utiliza imagens simples e diretas para ilustrar a perda de esperança e as mudanças provocadas pelas adversidades, como em “Arco-íris já mudou de cor / E uma rosa nunca mais desabrochou”. O trecho “E eu não quero ver você com esse gosto de sabão na boca” expressa o desejo de proteger a pessoa amada do sofrimento, usando uma metáfora cotidiana para falar sobre a amargura da vida difícil. Ao mencionar o aumento do preço da gasolina e a incerteza do futuro em “Ou é o começo do fim / Ou é o fim...”, a música conecta a experiência pessoal do migrante ao contexto social e econômico do país. Assim, "Veja Margarida" se destaca como um retrato realista das dores, esperanças e desafios de quem busca um novo caminho longe de casa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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