
Canção em dois tempos (Era casa, Era Jardim)
Vital Farias
Memórias e desilusão em "Canção em dois tempos (Era casa, Era Jardim)"
Em "Canção em dois tempos (Era casa, Era Jardim)", Vital Farias explora o contraste entre um passado idealizado e um presente marcado pela desilusão. Logo no início, versos como “Era casa era jardim / Noites e um bandolim / Os olhares na varanda / E um cheiro de jasmim” criam uma atmosfera de harmonia e simplicidade, remetendo à infância ou a um tempo de inocência. Elementos como o jardim, o bandolim e o jasmim evocam memórias afetivas e tranquilas, reforçando a sensação de nostalgia e pureza que permeia a primeira parte da música.
A transição ocorre quando a letra revela: “ninguém nem percebia / Que o real e a fantasia se separam no final”. Aqui, Vital Farias explicita a perda da inocência e a chegada de uma realidade mais dura. O trecho “Hoje no céu um punhal / Uma canção marginal / Rasgando o poema e o peito / E todo sonho desfeito sem ninguém poder sonhar” intensifica o tom melancólico, mostrando como o tempo trouxe desencanto e frustração. A imagem do “punhal” no céu e da “canção marginal” simboliza a ruptura com o passado, transformando poesia e música em dor e silêncio. Assim, a canção retrata de forma clara e sensível a passagem do tempo e a separação entre fantasia e realidade, temas universais que Vital Farias aborda com autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Vital Farias e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: