
Beleléu
Vitão
Reflexão leve sobre incertezas e amores em “Beleléu”
Em “Beleléu”, Vitão utiliza a gíria do título, que significa "fim do mundo" ou "morte", para abordar de forma leve e irônica temas existenciais profundos. A escolha dessa palavra já indica o tom da música: falar sobre a sensação de que tudo pode acabar a qualquer momento, mas sem pesar demais. O verso “um passaporte e um avião de papel” mistura o desejo de escapar das preocupações com a ideia de que tudo é frágil e passageiro, como um avião feito de papel. Essa metáfora reforça a percepção de que a vida é cheia de incertezas e que a sorte pode ser decisiva para não "ir pro beleléu", ou seja, não se perder diante das dificuldades.
A música também explora a desilusão amorosa, especialmente na repetição de “pra que te ver se eu não posso ter você?”, mostrando que, além das questões existenciais, Vitão fala sobre relações que não se concretizam. O trecho “eu tô calminho maracujá” brinca com a expressão popular de estar tranquilo, contrastando com versos como “sempre tento entender, eu não entendo nada” e “mano, eu sou um nada”, que revelam insegurança e confusão interna. Essa combinação de leveza, sinceridade e humor aproxima o ouvinte, tornando fácil se identificar com o sentimento de estar perdido diante da vida. No fim, “Beleléu” propõe aceitar a transitoriedade das coisas, rir das próprias inseguranças e seguir em frente, mesmo sabendo que tudo pode mudar de repente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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