
Talismã
Vitor Ramil
Força e delicadeza em “Talismã” de Vitor Ramil
A música “Talismã”, de Vitor Ramil, explora a dualidade entre fragilidade e resistência ao usar imagens como “vidro”, “cristal” e “louça chinesa que nunca quebrou”. Esses elementos representam objetos delicados, mas que, apesar de sua aparente vulnerabilidade, resistem ao tempo e às adversidades. Eles funcionam como símbolos de proteção e sorte, reforçando o conceito do talismã como um objeto carregado de significado e capaz de resguardar quem o possui.
A canção também destaca referências à cultura afro-brasileira, como “pérola negra”, “marinheiro negro”, “literatura negra” e “abraço negro”. O uso repetido do termo “negro” em diferentes contextos valoriza a identidade negra e sugere uma celebração da diversidade, além de refletir sobre resistência e pertencimento. Ao citar “a lua de Nosferatu” e “o surrealismo”, Vitor Ramil adiciona um tom de mistério e sonho, ampliando o sentido da música para além do literal e evocando atmosferas de fantasia. Dessa forma, “Talismã” combina delicadeza poética, referências culturais e sentimentos de proteção, convidando o ouvinte a perceber beleza e força nos detalhes sutis do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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