
Bara Que Mora Na Porteira Exus
Vitorinha de Oxum
Exus e tradição afro-brasileira em “Bara Que Mora Na Porteira Exus”
Em “Bara Que Mora Na Porteira Exus”, Vitorinha de Oxum destaca a importância de Exu como guardião dos caminhos e das encruzilhadas nas religiões afro-brasileiras. A repetição da frase “Bara que mora lá na porteira” reforça o papel central de Exu, especialmente na forma de Bará, entidade associada à proteção das entradas e saídas, tanto físicas quanto espirituais. Essa referência mostra como Exu é fundamental para a segurança e o equilíbrio dos praticantes, sendo responsável por abrir e fechar caminhos.
A música cita diferentes nomes de Exus — Marabô, Caveira, Tiriri, Exu Morcego, Tranca Rua e Quebra Osso — para evidenciar a diversidade dessas entidades e o respeito que merecem. Ao questionar “Quem vai dizer que Marabô não é de nada?”, a canção desafia preconceitos e reafirma a força e a relevância de cada Exu. Elementos como o “cruzeiro à meia noite” e o ato de “beber cachaça que nem água” remetem a rituais tradicionais de oferenda e celebração, comuns na Umbanda e no Candomblé. Assim, a música valoriza as tradições afro-brasileiras, exalta a presença de Exu no cotidiano e defende a importância dessas entidades para a identidade e a espiritualidade dos praticantes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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