
Cantiga Dum Marginal do Século XIX
Vitorino
A Liberdade e a Rebeldia em 'Cantiga Dum Marginal do Século XIX'
A música 'Cantiga Dum Marginal do Século XIX', interpretada por Vitorino, é uma reflexão poética sobre a liberdade e a rebeldia. A letra começa com uma declaração de independência: 'Não me pergunto onde vou / Os caminhos nunca acabam'. Aqui, o eu lírico expressa uma vida sem amarras, onde o destino é incerto e a jornada é contínua. As 'andorinhas de asa negra' simbolizam essa liberdade, vivendo apenas enquanto estão em movimento, sem se prender a um lugar fixo.
A canção também aborda a insatisfação com as autoridades e o sistema. 'De polícia já estou farto / Civil ou republicana' e 'De presidente de estado / Bem fardado ou à paisana' revelam um descontentamento com a opressão e a burocracia, independentemente de quem esteja no poder. O chapéu preto, que cobre os olhos do protagonista, sugere uma postura de resistência e anonimato, enquanto ele se mantém 'residente em parte incerta', sempre em movimento e fora do alcance das autoridades.
Por fim, a música celebra a conexão com a natureza e a simplicidade da vida. 'Da natureza nascemos / Vivemos com a razão' e 'Vendo luas e não pago / Imposto de transacção' destacam uma existência em harmonia com o mundo natural, livre das imposições e taxas do mundo moderno. A letra de Vitorino é uma ode à liberdade individual e à resistência contra a opressão, evocando um espírito de rebeldia que ressoa com a alma de um marginal do século XIX.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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