
Vou-Me Embora, Vou Partir
Vitorino
Saudade e esperança em "Vou-Me Embora, Vou Partir"
"Vou-Me Embora, Vou Partir", de Vitorino, aborda o conflito entre o desejo de partir em busca de novos horizontes e a saudade de quem fica. No verso “Vou-me embora, vou partir, mas tenho esperança / De correr o mundo inteiro, quero ir”, o artista expressa tanto a vontade de explorar o desconhecido quanto a esperança de que a separação não será definitiva. Essa dualidade é característica das canções populares do Alentejo, região natal de Vitorino, onde temas como a vida dos marinheiros e a saudade dos que partem são recorrentes.
A menção à “vida do marinheiro, sem dormir” e à “branca flor” reforça a ideia de resistência diante das dificuldades do mar, simbolizando o desafio da jornada e a pureza dos sentimentos de quem parte. O refrão “Adeus, adeus, minha mãe, meu amor / Eu hei-de ir, hei-de voltar com o tempo” traz a promessa de retorno, um compromisso emocional que suaviza a dor da despedida. Ao incorporar elementos do folclore alentejano, Vitorino transmite a sinceridade de quem parte com o coração dividido entre a vontade de conhecer o mundo e o apego às raízes, tornando a música um retrato sensível da esperança e da saudade presentes na cultura portuguesa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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