
De Campo e Raíz
Volmir Coelho
Resistência e identidade gaúcha em “De Campo e Raíz”
Em “De Campo e Raíz”, Volmir Coelho utiliza a coronilha, árvore típica do sul do Brasil, como símbolo da força e da resistência do povo gaúcho. A escolha dessa árvore, conhecida por suportar ventos e adversidades, reflete a capacidade dos gaúchos de manter suas raízes e tradições mesmo diante das mudanças e desafios. Isso se destaca no verso “Mas se somos nativos como as coronilhas / Cai a casca na volta e o cerno fica em nós”, onde a casca representa o que é passageiro, enquanto o "cerno" simboliza a essência duradoura da cultura e do caráter do homem do campo.
A letra também ressalta o orgulho e a conexão afetiva com a terra, como em “Há um verde nos olhos do homem do campo” e “Há um campo nativo no seu coração”. Esses trechos mostram como a identidade gaúcha está profundamente ligada ao ambiente rural e às tradições herdadas. O sentimento de esperança e continuidade aparece em “Quem do sul é raiz e chão, um dia brotará”, sugerindo que, mesmo diante de ameaças à cultura local, ela sempre encontrará formas de se renovar. Ao longo de sua carreira, Volmir Coelho valoriza essas temáticas, e nesta canção ele reafirma a força coletiva e a luz interior do povo do sul, tornando “De Campo e Raíz” uma celebração da resistência e das origens gaúchas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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