Pra Cima, Ciça
Wagner do Vale
Orgulho e tradição em "Pra Cima, Ciça" de Wagner do Vale
"Pra Cima, Ciça", de Wagner do Vale, é uma homenagem vibrante à Unidos do Viradouro, destacando o orgulho e a paixão dos integrantes pela escola. Logo nos primeiros versos, a letra exalta símbolos marcantes como o "furacão vermelho e branco" e o rugido do leão, reforçando a identidade da agremiação. O trecho “Viradouro é minha vida, minha fé, minha paixão” resume o sentimento de pertencimento e devoção, enquanto a referência ao "grande artista campeão" valoriza os talentos que surgem do samba e da própria comunidade.
A música mergulha no universo do carnaval carioca, celebrando personagens tradicionais como o passista "malandreado" e a porta-bandeira, além de destacar a força da bateria que "bate forte o tambor". Elementos como "pavão vascaíno" e "bonde do caveira" trazem referências específicas do folclore do carnaval, enriquecendo a narrativa com símbolos conhecidos dos desfiles. A presença dos atabaques e a menção à "macumba na avenida" ressaltam a influência afro-brasileira e a diversidade cultural presentes na Viradouro. Ao citar "instrumentos erguidos, joelhos no chão", a letra demonstra respeito às raízes do samba e celebra a continuidade dessa tradição na "herdeira geração". O tom geral é de celebração, união e orgulho coletivo, transmitindo a força e a alegria que movem a escola e sua comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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