
Curupira
Waldemar Henrique
O folclore amazônico e o respeito à natureza em “Curupira”
A música “Curupira”, de Waldemar Henrique, explora o papel do medo e do respeito às forças da floresta na cultura amazônica. O curupira, figura lendária do folclore brasileiro, é apresentado como um protetor das matas, sempre pronto para confundir e assustar quem tenta desrespeitar a natureza. A letra mostra a experiência do caçador, que se sente perdido e impotente diante do “danado da estrada”, expressão que reforça a ideia de que a floresta, representada pelo curupira, é um território que não pode ser facilmente controlado.
No verso “E nem padre nosso me livrou desse danado da estrada”, fica claro que nem mesmo a fé tradicional é suficiente para proteger quem desafia as regras da floresta, destacando o poder das lendas locais sobre o cotidiano das pessoas. Quando o caçador pede “Curupira feiticeiro / Sai de trás do castanheiro / Pula pra frente / Defronta com a gente / Negrinho covarde matreiro / Deixa o caboclo passar”, ele revela tanto medo quanto respeito, reconhecendo a autoridade do curupira sobre aquele espaço. Ao valorizar elementos do folclore amazônico e a tradição oral, a música reforça a importância de respeitar a natureza e seus mistérios, transmitindo uma mensagem de cautela diante do desconhecido e da força das lendas regionais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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