
Pra Tudo Nóis Dá Jeito
Valdomiro e Valdemar
Humor e cotidiano rural em "Pra Tudo Nóis Dá Jeito"
"Pra Tudo Nóis Dá Jeito", de Valdomiro e Valdemar, utiliza humor e ironia para retratar o cotidiano e os valores do homem do campo. Um dos versos mais marcantes, “A mulher e o meu cavalo caiu num poço fundo / Meu cavalo eu sarvei... / Mulher tem demais no mundo”, vai além da piada: ele reflete a importância prática dos animais na vida rural e a visão de que mulheres seriam abundantes, uma ideia reforçada ao longo da música. Essa abordagem revela como, no contexto sertanejo, o cavalo é visto como um bem essencial para o trabalho e a sobrevivência, enquanto as relações afetivas são tratadas com leveza e até certo distanciamento.
A letra traz expressões populares e situações típicas do interior, como a dúvida sobre o que as cobras comeriam se o mato secasse, mostrando um olhar bem-humorado sobre as adversidades. O episódio da mineira que pede presentes e o narrador que gasta “cem merréis” brinca com a esperteza e as trocas comuns no ambiente rural. A menção ao jogo de truco, com cartas como Zap, sete de copas e espadilha, reforça a ligação com os passatempos tradicionais do sertão. No fim, a música celebra a criatividade e o bom humor diante das dificuldades, transmitindo a mensagem de que, com jogo de cintura, sempre se encontra uma saída – afinal, "pra tudo nóis dá jeito".
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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