
Um Bagual Corcoveador
Walther Morais
Desafios e orgulho gaúcho em “Um Bagual Corcoveador”
“Um Bagual Corcoveador”, de Walther Morais, retrata com autenticidade o cotidiano do peão gaúcho ao enfrentar um cavalo selvagem e difícil de domar. O termo "bagual corcoveador" simboliza tanto o animal indomável quanto os desafios imprevisíveis da vida no campo. A letra utiliza expressões regionais como "taura" (homem valente), "pingo" (cavalo) e "macegão" (vegetação densa), reforçando a identidade cultural do sul do Brasil e aproximando o ouvinte do universo campeiro.
A narrativa acompanha o peão em uma situação típica: ao conduzir a tropa, ele lida com um cavalo que se assusta facilmente e reage de forma explosiva, como quando “uma lebre dispara debaixo de um macegão” e o animal “saiu sacodindo o toso e cravou o focinho no chão”. O refrão destaca a intensidade do momento, descrevendo a poeira levantada e a cerca sendo cruzada, comparando a cena a uma “tormenta cruzando em Maçambará”. Esses detalhes mostram o respeito e a coragem exigidos do peão, que, mesmo diante do perigo e do risco de ser derrubado, mantém o orgulho de sua profissão: “honro o nome que carrego e o orgulho de ser peão”. A música, assim, celebra a resistência, a tradição e o espírito indomável do gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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