
Ternura
Wanderlea
Dor e autenticidade feminina em "Ternura" de Wanderlea
"Ternura", interpretada por Wanderlea, se destaca por transformar uma experiência pessoal de abandono em um lamento universal sobre a dor e a ingratidão no fim de um relacionamento. A repetição do verso “Agora você vem dizendo adeus, que foi que eu fiz pra que você me trate assim?” reforça o sentimento de perplexidade e impotência diante da separação inesperada, mostrando a entrega total de quem amou e não entende o motivo do afastamento. O termo "ternura", presente no título e na letra, define o tom sensível e melancólico da canção e ficou tão ligado à imagem de Wanderléa que lhe rendeu o apelido de "Ternurinha", marcando sua identidade artística e pessoal.
A música evidencia a dedicação e o carinho oferecidos ao parceiro, como nos versos “Todo amor que eu guardei a você eu entreguei” e “Toda ternura que eu guardei ninguém do mundo vai te ofertar”. Esses trechos mostram uma entrega emocional profunda, sugerindo que o amor vivido era único e insubstituível. Ao mesmo tempo, a narradora expressa uma sensação de injustiça e incompreensão, sentindo que não merecia o sofrimento causado pela separação. O verso “O meu pobre coração, que já não quer mais ilusão, já não suporta mais sofrer ingratidão” revela o cansaço emocional e o desejo de não mais se iludir. Assim, "Ternura" se torna um retrato sincero da vulnerabilidade diante do amor perdido, além de simbolizar a autenticidade emocional e a força feminina de Wanderléa no contexto da Jovem Guarda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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