
Odal
Wardruna
Herança e ancestralidade em "Odal" de Wardruna
Em "Odal", Wardruna explora de forma profunda o tema da herança ancestral, destacando a importância da continuidade entre gerações. A participação dos filhos de Einar Selvik nos vocais reforça essa ideia, transformando a música em um verdadeiro ritual de passagem. A metáfora da árvore antiga com novos brotos, presente nos versos “Me er eit gamalt tre / Med nysprungne knoppar” (Sou uma árvore antiga / Com brotos recém-nascidos), ilustra como cada geração cresce a partir de raízes profundas, conectando passado, presente e futuro.
A letra enfatiza a responsabilidade de receber e carregar o legado dos antepassados, simbolizado pela runa Odal, que representa herança e direito de posse. No trecho “Eg gjev deg din odel / Om du vil ha / Den fer ikkje fra / Tungt den veger” (Eu te dou tua herança / Se você quiser / Ela não vai embora / Ela pesa muito), fica claro que a herança não é apenas um direito, mas também um fardo, exigindo respeito e discernimento. As cicatrizes na casca da árvore, “I barken sit sår / Dei vitnar om aere / Dei vitnar om nid” (Na casca estão as feridas / Elas testemunham honra / Elas testemunham desonra), mostram que o legado traz marcas de conquistas e conflitos. A atmosfera ritualística, criada pelos instrumentos tradicionais e pela percussão marcante, reforça o caráter sagrado do tema. "Odal" convida à reflexão sobre honrar as raízes, aprender com o passado e reconhecer o peso e a riqueza da ancestralidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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