
Carta Aberta
WD (Washington Duarte)
Dor e superação familiar em "Carta Aberta" de WD (Washington Duarte)
"Carta Aberta", de WD (Washington Duarte), aborda de forma direta o impacto da rejeição e da falta de apoio familiar durante a infância, especialmente em relação à identidade e orientação sexual do artista. A música destaca como datas tradicionalmente associadas ao afeto, como o Dia das Mães e o Dia dos Pais, se tornam momentos de dor e solidão para quem não recebe acolhimento dos pais. A menção ao "primeiro plié" — movimento básico do balé — reforça a ausência materna em momentos importantes, mostrando não só a falta de apoio, mas também a negação do espaço para a expressão artística e pessoal de WD.
A canção é inspirada em experiências reais do artista, incluindo episódios de humilhação, homofobia e abandono emocional. Isso aparece em versos como “você me ensinou a mentir sobre mim mesmo” e “sai fora, gay, mas que vergonha”, que revelam a pressão para esconder a própria identidade e o sofrimento causado por palavras e atitudes dos pais. Ao afirmar que escreve essa carta aberta “pra ficar bem comigo”, WD transforma a dor em um gesto de libertação e busca de compreensão. Assim, a música vai além do relato pessoal e se conecta com quem já enfrentou rejeição familiar, tornando-se um manifesto de vulnerabilidade e resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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