
Cabra da Peste
Welisson
Identidade e orgulho nordestino em “Cabra da Peste”
Em “Cabra da Peste”, Welisson une símbolos tradicionais do Nordeste, como o chapéu de couro e a peixeira, a elementos modernos, como o tênis Jordan, para mostrar que a identidade nordestina é forte e está sempre se renovando. A expressão “cabra da peste” vai além de exaltar coragem: ela representa resistência, orgulho e autenticidade de quem vem do interior, enfrentando preconceitos e desafios sem perder suas raízes. O cenário de vaquejada e a referência à peixeira reforçam essa ligação com a cultura local, enquanto versos como “só depende de você seu corre virar” e “amadurecer, pivete, é parte do crescimento” trazem uma mensagem clara de superação e responsabilidade individual, típica de quem aprendeu a lutar desde cedo.
A letra também critica quem desvaloriza o interior, como em “playboy pagando tudo no cartão e eu pago em cabeça de gado” e “interior não tem história, papo furado”, invertendo o estigma e mostrando que o valor do Nordeste está na vivência, no trabalho duro e na criatividade. O refrão, ao repetir o orgulho de ser do Nordeste e mencionar os “pivete”, reforça o sentimento de coletividade e respeito às origens. Quando Welisson diz “minha estátua virou miragem”, ele sugere que não precisa de reconhecimento externo para se sentir realizado, pois a verdadeira vitória é colher os frutos do próprio esforço junto com os seus. Assim, a música se torna um hino de autoestima, mostrando que ser “cabra da peste” é ser resiliente, inovador e dono da própria história.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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