
Vou Trair
Wesley Safadão
Humor e crítica ao compromisso em “Vou Trair” de Wesley Safadão
“Vou Trair”, de Wesley Safadão, usa a ironia para abordar o casamento como uma espécie de prisão, trazendo um olhar descontraído e até debochado sobre o compromisso. O personagem principal, prestes a se casar, decide aproveitar ao máximo sua última noite de solteiro, planejando sair com os amigos, beber sem limites e trair a namorada. Isso fica claro nos versos: “Eu vou sair com a minha barca / Eu vou curtir, eu vou beber até cair no chão / Eu vou trair a minha namorada”. A música retrata esse comportamento de forma leve e festiva, característica marcante do estilo de Safadão.
O contexto cultural brasileiro, especialmente o ambiente de festas e baladas, é essencial para entender a letra. Expressões como “pintar o sete” e “encher de piriguete” reforçam o clima de diversão e exagero, mostrando um personagem que se entrega aos excessos antes de assumir um compromisso sério. Quando o refrão diz “E mês que vem é o meu casamento / Vou ser um prisioneiro / Vou ter vida de detento”, a música brinca com o estereótipo de que o casamento representa o fim da liberdade. Apesar de polêmica, essa visão é apresentada de forma humorada, sem intenção de gerar controvérsia. O refrão ainda sugere que o personagem não pretende assumir as consequências de seus atos, reforçando o tom despreocupado e inconsequente da narrativa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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