
Mágico de Oz
Wicked Brasil
Identidade e percepção pública em “Mágico de Oz”
A música “Mágico de Oz”, do musical Wicked Brasil, aborda de forma irônica e autocrítica como a identidade do personagem principal é moldada mais pela expectativa coletiva do que por seus próprios méritos. No trecho “Eu sei quem eu sou, como tantos no mundo / Mais um charlatão”, o personagem demonstra consciência de sua própria impostura, reconhecendo que ocupa o papel de Mágico não por ser especial, mas porque a sociedade precisa de alguém nesse lugar. O musical reforça essa ideia ao mostrar que o Mágico é uma pessoa comum que, por acaso e conveniência, se tornou símbolo, algo que ele mesmo admite ao dizer que nunca escolheu esse destino, mas foi “um vento estranho” que o trouxe até ali.
A letra também discute a relatividade da verdade e a construção de narrativas. Isso fica claro em “Não há uma verdade absoluta / Depende de quem diz e quem escuta”, mostrando que reputações e histórias são moldadas por interpretações subjetivas. Exemplos como “O rei é tirano ou soberano / O rico é ladrão ou um benfeitor / O líder fascista, ou só populista / Depende do ponto de vista do autor” reforçam que a linha entre herói e vilão é tênue e depende do olhar de quem conta a história. Ao mencionar Elphaba e a possibilidade de “reabilitação” dos mais celebrados, a música sugere que todos podem se reinventar e que, em Oz, tudo pode ser “mágico” dependendo da perspectiva de cada um.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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