
Beira-mar
Wilson Aragão
Infância e saudade sertaneja em “Beira-mar” de Wilson Aragão
A música “Beira-mar”, de Wilson Aragão, retrata com sensibilidade as lembranças da infância vivida no sertão nordestino, especialmente em Piritiba, na Chapada Diamantina. Logo no início, versos como “Quando a gente caía no mato / Um menino mulato e um / Neguim sarará” evidenciam a diversidade racial e a simplicidade das brincadeiras infantis, reforçando o sentimento de pertencimento à terra natal do artista.
A letra destaca elementos típicos da natureza local, como “jurema”, “juá”, “imbu” e “cajá”, além de animais como “passarinho”, “calango” e “sariema”. Essas referências criam uma atmosfera nostálgica e regional, mostrando o vínculo afetivo de Aragão com o ambiente rural. O refrão “Beira-mar / é Beira-mar / Riacho que corre pro rio / Rio que corre pro mar” sugere o ciclo natural da vida e das memórias, indicando que, assim como as águas seguem seu curso, as lembranças e as raízes sempre encontram um caminho de volta. Ao mencionar a saudade dos amigos de infância e o desejo de reviver esses momentos, Aragão transforma a canção em uma homenagem à memória, à amizade e à cultura sertaneja.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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