
Mundo de Zinco
Wilson Batista
Identidade e resistência em "Mundo de Zinco" de Wilson Batista
"Mundo de Zinco", de Wilson Batista, retrata com sensibilidade o cotidiano da Mangueira, destacando a vida simples e a força da comunidade local. O título faz referência direta aos barracões de madeira com telhados de zinco, comuns nas favelas cariocas, simbolizando a humildade, mas também o senso de pertencimento e identidade dos moradores. O apito do trem, citado na letra, reforça a ligação da favela com a linha férrea, elemento marcante do bairro e do dia a dia dos habitantes.
A canção valoriza personagens tradicionais do samba, como o malandro e a cabrocha, mostrando como eles fazem parte da cultura e do imaginário da Mangueira. No trecho “deixo o nome na história / o samba foi minha glória / e sei que muita cabrocha vai chorar por mim”, o narrador expressa o desejo de ser lembrado não só como indivíduo, mas como parte de uma tradição coletiva que resiste através do samba. O tom nostálgico e resignado da música revela o orgulho de pertencer à Mangueira, ao mesmo tempo em que reconhece as dificuldades enfrentadas pela comunidade, transformando essas experiências em memória e poesia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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