
A Marcha do Peru Que Fala
Wilson Roberto
A Crítica Social em 'A Marcha do Peru Que Fala' de Wilson Roberto
A música 'A Marcha do Peru Que Fala' de Wilson Roberto é uma crítica social que utiliza a figura do 'homem do baú' como uma metáfora para figuras públicas que, apesar de sua aparência e status, são superficiais e desprovidas de substância. A repetição da frase 'que fala como gente mas parece um peru' sugere que, embora essas figuras possam se comunicar e se apresentar como pessoas comuns, elas são, na verdade, vazias e ridículas, como um peru que tenta imitar o comportamento humano.
A letra menciona 'o homem bonito da televisão' que 'só tem um diploma, dinheiro na mão', destacando a superficialidade e a falta de mérito real dessas figuras. A crítica se estende ao sistema educacional e à valorização do dinheiro sobre o conhecimento, como evidenciado pela linha 'o peru nunca deu bola pra cartilha e pra escola'. Isso sugere que o sucesso dessas figuras não é baseado em educação ou competência, mas sim em aparência e riqueza.
Wilson Roberto utiliza a repetição e a simplicidade da letra para reforçar sua mensagem, tornando-a acessível e memorável. A música pode ser vista como uma sátira que questiona os valores da sociedade contemporânea, especialmente no que diz respeito à idolatria de figuras públicas e à superficialidade da mídia. A escolha do peru como símbolo é particularmente eficaz, pois é um animal que, apesar de sua aparência imponente, é frequentemente associado à tolice e à falta de inteligência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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