
Flores Para Iemanjá
Winerã Rabelo
Rituais e devoção em “Flores Para Iemanjá” de Winerã Rabelo
“Flores Para Iemanjá”, de Winerã Rabelo, retrata a força dos rituais de oferenda como expressão de fé e esperança, destacando o papel fundamental de Iemanjá nas tradições afro-brasileiras. O trecho “deixar o barquinho lá no mar, com algumas moedinhas e um pouco de alfazema” faz referência direta ao Dia de Iemanjá, quando devotos lançam presentes ao mar para agradecer, pedir proteção ou bênçãos. Elementos como flores, moedas e alfazema simbolizam pureza, prosperidade e limpeza espiritual, reforçando o respeito e a devoção à orixá.
A repetição dos versos “Vou jogar as flores, vou jogar no mar, pois é dia de Iemanjá” enfatiza o caráter coletivo e renovador do ritual, que se repete anualmente e fortalece a conexão entre os devotos e Iemanjá. A letra também destaca a confiança na fé como apoio emocional, especialmente em “A minha boa fé vai sempre me ajudar, para ficar de pé no que eu precisar”. Dessa forma, a música une tradição, espiritualidade e esperança, mostrando como os rituais em homenagem a Iemanjá são vividos como momentos de renovação e fortalecimento interior para quem participa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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