
Corpo Esgualepado
Xirú Missioneiro
Envelhecimento bem-humorado em "Corpo Esgualepado" de Xirú Missioneiro
Em "Corpo Esgualepado", Xirú Missioneiro usa a ironia para retratar o desgaste físico de quem passou a vida no campo, trazendo um olhar divertido sobre o envelhecimento e suas limitações. O artista utiliza expressões regionais como "bagual", "manotaço" e "mogango" para reforçar a identidade gaúcha e aproximar o ouvinte do universo rural do Rio Grande do Sul. O personagem da música enfrenta problemas de saúde como reumatismo e colesterol alto, mas encara tudo com resignação e sarcasmo, especialmente ao relatar as consultas médicas e as recomendações inusitadas da doutora, como "arrume duas muié'!" – um conselho que brinca com o estereótipo do gaúcho viril e ironiza soluções simplistas para questões complexas.
A música também explora o impacto dessas situações na vida conjugal, mostrando a esposa ciumenta e a confusão causada pelas orientações médicas. O verso "me proibiu de vê muié pelada me agita demais e a doença recai" destaca o conflito entre o desejo e as limitações impostas pela idade e pela saúde. Já a súplica final "me permita que eu morra em teus braço'!" mistura humor, resignação e um toque de romantismo. Assim, "Corpo Esgualepado" transforma as dificuldades do envelhecimento em motivo de riso, valorizando a trajetória de quem viveu intensamente o cotidiano do campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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