Pantera Cor de Rosa
Xuxú
Identidade e resistência em "Pantera Cor de Rosa" de Xuxú
Em "Pantera Cor de Rosa", Xuxú utiliza a ironia para rejeitar rótulos e comparações simplistas, especialmente ao brincar com a imagem do famoso personagem infantil. No verso “Sou magrela, sou pintosa, mas não confunda com a pantera cor-de-rosa”, ela deixa claro que não aceita ser reduzida a estereótipos de fragilidade ou caricatura. O humor serve como ferramenta para afirmar sua identidade e desafiar preconceitos. Quando diz “Não sou ele, sou ela”, Xuxú reforça sua identidade de gênero, enquanto as referências à favela e à periferia mostram orgulho de suas origens e destacam a resistência de pessoas marginalizadas.
A música também faz críticas diretas à homofobia e ao julgamento social, como em “Essa homofobia tá virando marmota” e “Mete o pau em mim, depois copia as minhas roupas...”. Xuxú denuncia a hipocrisia de quem a critica, mas ao mesmo tempo se apropria de seu estilo. O tom descontraído e autêntico da canção, junto à produção simples e à participação de amigos, reforça a ideia de que autenticidade e autoaceitação são mais valiosas do que a aprovação da sociedade. O refrão “Entenda verso e goza” sugere que, além de se divertir, é importante perceber as camadas de crítica e empoderamento presentes na letra, tornando a música um símbolo de resistência e representatividade LGBTQ+ no Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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