
Jejum
Yago Oproprio
Crítica social e união em "Jejum" de Yago OPróprio
Em "Jejum", Yago OPróprio utiliza imagens marcantes para discutir desigualdade social e a ilusão de proteção pelo status. A metáfora do "jacaré mordendo a minha polo da Lacoste" mistura o símbolo de uma marca de luxo com a ideia de ameaça e sobrevivência, mostrando que, diante da fome e das dificuldades, não existe blindagem real: todos estão vulneráveis, independentemente da aparência ou do que vestem. Essa escolha reforça uma crítica à ostentação em meio à precariedade e convida à reflexão sobre as injustiças sociais presentes no cotidiano.
A letra enfatiza que a verdadeira força está na união e na organização coletiva, não na violência ou em soluções individuais. Versos como “Se nós tá junto, não precisa de revólver” e “não existe Super-Homem que salve da fome / Nós vai ter que se articular” deixam claro que Yago rejeita a ideia de heróis solitários ou respostas armadas, apostando na mobilização popular como caminho para enfrentar a fome e a opressão. O artista destaca que, apesar das diferenças e da polarização, existem dores universais, como a fome, que podem unir as pessoas. Ao longo da música, a mensagem é direta: só a organização da classe trabalhadora pode transformar a realidade, e reconhecer as dores em comum é o primeiro passo para essa mudança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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