
Cabelos Brancos
Yuri da Cunha
Vivências e resiliência em “Cabelos Brancos” de Yuri da Cunha
Em “Cabelos Brancos”, Yuri da Cunha transforma os fios brancos em símbolos das experiências e desafios vividos, indo além da simples associação com o envelhecimento. Logo no início, o verso “Meus cabelos brancos / Não são da idade, são solavancos da vida” mostra que cada fio branco representa histórias de saudade, esperança e até oportunidades não aproveitadas, como nas “cantigas que eu não cantei para o meu povo”. A música utiliza essa metáfora para destacar que as marcas do tempo são, na verdade, registros das vivências acumuladas ao longo da vida.
A letra também aborda como as marcas visíveis, como rugas e cabelos brancos, resultam do amadurecimento emocional e das escolhas feitas ou adiadas. Quando Yuri canta “De tanto esperar, meus cabelos esbranqueceram / De tanto querer escolher, meus cabelos esbranqueceram”, ele revela como a ansiedade e a busca por decisões próprias deixam marcas profundas. O trecho “Cabelos brancos de agora, não é velhice / São como as rugas de outrora, que não são como as de agora” reforça que essas marcas carregam significados diferentes em cada fase da vida, refletindo esperanças maduras e experiências precoces. Ao unir elementos do semba com uma reflexão sobre o tempo, Yuri da Cunha valoriza tanto a trajetória individual quanto a coletiva, mostrando que cada marca é um sinal de resiliência e crescimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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